.....

Pará/Brasil

domingo, 15 de maio de 2016

Mesmo após o afastamento, Dilma continua com as pedaladas

 
Presidente afastada, Dilma Rousseff
Após seu afastamento pelo Senado Federal, a quase ex-presidente, Dilma Rousseff, foi vista pedalando em Porto Alegre na manhã de sábado, 14.

sábado, 9 de abril de 2016

Deputado Francisco Chapadinha em: Farinha muita, meu filé primeiro

Deputado Chapadinha, PTN
“Calouro na Câmara, o deputado Francisco Chapadinha, do PTN, foi convidado a indicar o novo superintendente do Incra em Santarém, na região oeste do Pará, sua base eleitoral. De pronto, aceitou a proposta. De pronto, trocou a condição de indeciso e passou a entoar o coro "Não vai ter golpe". De pronto, justificou-se a um colega: "Nunca ganhei nada. Agora que me ofereceram, não posso deixar de aceitar"”

O texto acima foi reproduzido do site da revista Veja. Sob o título: “Governo Dilma está fechando para balanço. Últimas boquinhas. Corra!”, a reportagem revela como os deputados indecisos estão sendo “convencidos” pelo governo para acabar com a tolice da indecisão.


O deputado paraense, Francisco Chapadinha, eleito pelo PSD e recém-filiado ao PTN, acabou com sua indecisão, se a favor ou contra o impeachment, e “convenceu-se” que o melhor mesmo é não ocorrer o impedimento da Dilminha. O poder persuasivo do governo conseguiu desfazer o beicinho do deputado e fulminar qualquer dúvida que o mesmo pudesse ter.



Com o pipo, ou chupetinha, garantido (a), agora o deputado é contra o impeachment desde criancinha, vai chamar todos que são a favor de coxinhas e vai gritar pelos corredores do Congresso a idiota frase: “Não vai ter golpe.”

    

 



Dilma em: Meu Cargo Minha Vida


Noticiários nacionais divulgam o escancarado balcão de negócios administrado pela cúpula petista, capitaneada pela quase ex-presidente Dilma e o capo da organização, o ex-presidente Lula, para conseguir míseros 172 votos na Câmara Federal para impedir que o processo de impeachment siga para o Senado Federal.

Deputados do baixo clero, aqueles sem expressão política, mas que o voto no parlamento vale tanto quanto dos demais, estão sendo assediados como nunca na história deste país. Tal assédio se dá da seguinte forma: o governo oferece um belo cargo, ou qualquer outro benefício ao deputado, para o este indique alguém de sua confiança e, em troca, o governo exige fidelidade do parlamentar para votar contra o impeachment. Aceita a proposta, o parlamentar tem seu pedido atendido imediatamente, seja nomeação de cargo, liberação de emendas etc.

Os cargos mais disputados são aqueles que possuem o maior orçamento, na maior cara de pau.

Você, amigo cafeinado, sabe quem paga essa patifaria toda? Você! Mais ainda, ontem o deputado Eduardo Cunha avisou ao STF que se a liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio, aquele que teve a filhota nomeada desembargadora recentemente pela Dilma, prevalecer no resultado do recurso interposto pela Câmara, vai liberar mais nove pedidos de impeachment da quase ex-presidente Dilma.

Agora imagine você, amigo do Café com Política, que só com um único pedido de impeachment o Brasil está sofrendo tamanha sangria financeira, o que dirá com mais nove pedidos tramitando no parlamento?

Por favor, o último que sair apague a luz.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Dilma em: Programa Lama Para Todos

A enxurrada de lama oriunda das delações premiadas em curso em Curitiba e em Brasília está somente no início. Muita coisa está por vir à tona e a devida fatura será entregue a todos aqueles malinos que surrupiaram os cofres públicos, seja a cor partidária que tiver.

Os executivos da Andrade Gutierrez delataram como ocorria a sangria da verba pública nas obras de Belo Monte. Segundo os delatores/doadores, o desvio de recurso público nesta obra teria chegado ao montante de 150 milhões de reais e abasteceram campanhas do PT e partidos da base aliada.

Os executivos teriam afirmados que pagaram propina por meio de doações de campanha para ter o revestimento de legalidade. A delação já foi homologada pelo ministro Teori Zavaski, do Supremo Tribunal Federal.

Em outras palavras, tem-se delação premiada de todo gosto e para todo mundo, são verdadeiras delações democráticas.

O governo do PT já acabou, não tem mais jeito! Não adianta continuar com essa desfaçatez nos discursos com claques de companheiros previamente contratados para aplaudir insanidades externadas pela ex-presidente Dilma, como bem disse o deputado Paulo Pimenta (PT-RS).


A cada dia que passa, a atitude insana da quase ex-presidente Dilma de não renunciar ao cargo fulmina qualquer pretensão do Brasil em iniciar uma recuperação. O país mergulha de cabeça num mar de lamas tão profundo que as tentativas de encontrar um oxigênio para, pelo menos, manter-se vivo é cada vez mais difícil.